A vida é um Banco Imobiliário

{ quinta-feira, 28 de outubro de 2010 }
Ganhar dinheiro em terras tupiniquins não é fácil. Se você é empregado, parte significante de seu salário vai para os cofres públicos. Se você é empresário, o tributo é tão alto, mas tão alto que o empreendedorismo vira sinônimo de globo da morte. Seja lá o que você for, terá que ralar quatro meses e 27 dias para pagar impostos, taxas e contribuições. A conta é simples: se você chegar aos 70 anos, vai passar metade disso pagando tributos.
Verdade seja dita: somos uns sobreviventes quebrados e a gente se contenta com a conquista de tirar o primeiro carro zero com prestações a perder de vista e juros que quase nos obrigam a rodar bolsinha – já que a carga tributária de tudo o que você compra é bem maior que sobre a sua renda. Outro exemplo é que sobre uma merreca de caneta BIC, que você adquire ali no mercadinho do Seu Zé, o governo cobra quase 50% em forma de impostos.
Esse papo economês tá ficando chato e eu só queria dizer que se já é uma mierda viver num país em que a gente paga para dar um arroto, se ferrar no Banco Imobiliário é como se fosse o jogo de nossa própria vida. Pois é. Eu rodei legal dia desses por conta de hipotecas, aluguéis e, principalmente, dos altos tributos de cada maldita casinha que eu parava. Só paguei tanto imposto de uma única vez com as cartas Sorte ou Revés no meu último IPVA sem desconto. Se eu não tive a sorte de nascer rica, podia ter ao menos um pouco de êxito ficando milionária nesse jogo. Neah?
Mas, como toda brasileira, eu não desisto nunca. Um dia eu enriqueço. Pelo menos no Banco Imobiliário.

Beijo pra Zélia Ternurinha!

Eu jogo...

{ quarta-feira, 27 de outubro de 2010 }
Muitos corações com a mão para esse som.
Brigitte Diva Bardot.

**************************************************************************Enjoy!

A morte do Polvo Paul

{ terça-feira, 26 de outubro de 2010 }

O Polvo Paul já não era mais o mesmo. Depois de tantos acertos na Copa, ele estava cansado de ser consultado para adivinhar tanta futilidade. Madames de todo o mundo gastavam fortunas para ir até o aquário Sea Life, de Oberhausen, Alemanha, importunar o molusco que apresentava sinais de fadiga após o trabalho exaustivo que lhe rendeu 100% de acertos nos resultados da África do Sul. Afinal, adivinhar as coisas com tamanha precisão é bastante desgastante...

- “Polvo Paul, dou ou não dou pra fulano? Ele é tão rico!”, perguntou uma loura e encalhada balzaquiana da alta sociedade.

- “Dê, minha filha, mas saiba que ele gosta da mesma fruta que você”, respondeu o Polvo, já com a glândula de tinta na lua.

- “Polvo Paul, fúcsia combina com turquesa?”

- “Só se você for do Restart, minha filha!”

- “Polvo Paul, Tarcísio Meira é mesmo um bom ator?”

- “É sim, minha filha. Ele finge muito bem que sabe atuar”, respondeu sem paciência aquele oráculo de oito tentáculos.

E esse era o dia-a-dia do Polvo que já adivinhou coisas melhores e estava descontente com o rumo que sua carreira tinha tomado. Ultimamente, ele andava bebendo muito e só queria saber de chucrutes e das revistas de polvas peladas.
Até que, numa segunda-feira de outubro, Paul, enfim, foi desafiado por um jornalista que o indagava sobre o rumo do planeta. O polvo percebera então que ali podia resgatar toda a paixão que sentia por seu trabalho, fazendo, enfim, alguma coisa de útil pela sociedade. Era a sua chance!
Muitas perguntas foram respondidas ao jornalista que anotava tudo com bastante entusiasmo. Falaram de armas nucleares, vulcões prestes a explodir, discutiram sobre políticas públicas, sustentabilidade, Bin Laden, fim do mundo. Foi um papo pra lá de aprofundado e animado e, antes que o jornalista se despedisse, lembrou do assunto do momento nas Américas: qual será o melhor governante para o Brasil, Serra ou Dilma?
A alegria do Polvo Paul em estar ajudando, deu lugar, então, a uma confusão mental sem precedentes. Paul tentava ali disfarçar seu desespero já que a resposta não brotou em sua mente como em todos esses anos de trabalho como vidente. Suas brânquias se contorceram. As redes de seus neurônios começaram a dar tilt. Seus oito braços formigavam. Inconscientemente, ele tingia o seu habitat de azul, como que se defendendo da questão. Tentar descobrir as coisas exigia muita energia e, naquele momento, ele sufocava, percebendo que morreria ali, sem conseguir responder àquela pergunta que, até hoje, foi a mais complexa de toda a sua carreira.
O cérebro do Polvo Paul fundiu, pifou assim como uma máquina própria para lavar 6 kg de roupa ser abarrotada com 20 kg de lençóis. E ele, então, caiu duro, dando adeus ao estrelato para virar uma mera refeição de camarões.

Fiorilli, uma cachorra cheia de estilo

{ sábado, 23 de outubro de 2010 }
Dizem que o cão incorpora o jeito do dono. Constatei que isso fazia sentido quando minha irmã avistou um vestido hilário de marinheiro num pet shop e resolveu comprá-lo para a Fiorilli, minha amiga poodle. A surpresa foi que quando a Ti chegou com o presente em casa, a Fiorilli ficou entusiasmadíssima e topou numa boa se vestir com aquele traje desconfortável, de mangas bufantes e botões incômodos. Ela se tornava ali uma verdadeira femeazinha, com caprichos e vaidade.
Ninguém em casa acreditou que, após ser elogiada por estar linda, a Fiorilli ficou estática me esperando chegar para mostrar a novidade. A impressão que dava é que ela não queria amarrotar o vestido, estragando, desta forma, o efeito da roupa, porque assim que entrei em casa, ela saiu de seu estado meditativo para me mostrar rebolativa seu modelito verão. E sério, senti que ela estava sorrindo!
Depois disso, acabei comprando algumas outras roupinhas porque se tornou divertido perceber o quanto ela adora elogios. O engraçado é que é só falar a frase mágica “Vamos trocar a roupinha?” que a alegria parece não caber dentro de seu corpo peludo, chegando antes de mim em frente ao armário.
A vaidade da Fiorilli tem ajudado em algumas situações chatas. Ela foi operada há alguns anos e, medrosa, tinha medo de fazer os exames, precisando de umas quatro pessoas para segurá-la. Depois de feita a cirurgia, num retorno, o veterinário estava surtando porque teria que colocar nela aquele cone para que o cão não lamba a ferida, e sabia quer teria que pedir ajuda aos universitários para imobilizá-la. Até que eu me lembrei que era só usar a criatividade e soltei: “Vamos colocar o colar para ficar bonita?”. Acreditem se quiser, mas ela aceitou na hora e o homem de branco ficou com o queixo caído. O difícil depois foi tirar o trambolho que a fazia ficar entalada em tudo.
Para quem duvida dessa história, é só chegar pela primeira vez na minha casa e sentir o desprezo completo da Fiorilli até eu avisar, bem baixinho: “Diga que ela está bonita hoje”. Você passa a se tornar, naquele mesmo instante, uma pessoa bem-vinda, com direito a lindas abanadas de rabo. Minhas amigas que têm medo de cachorro e o entregador de água que o digam.


Mais novo modelito verão da cachorrinha estilosa


Pra liberar a chacrete

{ sexta-feira, 15 de outubro de 2010 }
Desejo que vocês quebrem tudo no final de semana.



Só não desejo que vocês usem os modelitos da galera da platéia porque aí seria uma grande sacanagem.

Especial Dia das Crianças VIII

{ quinta-feira, 14 de outubro de 2010 }
Pra quem acha que a jornalista Francine Micheli, do blog Mãe Já Acabei! e da assessoria Outras Palavras, ficou figura depois de adulta, muito se engana. Ela já era um barato [e muuuuito lindinha!] desde que ainda vestia conjuntinhos cor-de-rosa de veludo em festas de aniversário. O evento era da prima, a Carol, de laço rosa, mas como ela adorava causar, subiu no banquinho pra aparecer mais que a dona da festa. Quando criança, ela queria ser ufóloga e se correspondia por cartas com ufólogos de todo o Brasil. Era louca por Arquivo X e colecionava revistas e livros sobre morte por combustão instantânea, experiência quase-morte, e outros fenômenos parapsíquicos. "Mesmo assim, minha mãe sempre me amou muito!", garante. Também era fanática por Chaves e Chapolim e tinha nojo de pisar na areia da praia. Fez jornalismo por vocação e por não saber fazer contas. Arrasou, Fran!

Reparem: estilosa desde pequena [vejam a bolsa de lado], olhinhos amendoados, quem mais poderia ser? Essa gracinha aí de cima é a Gabriela Yamada, jornalista do Gazeta de RP e uma apaixonada por moda, tanto que criou um blog delicioso sobre o assunto. Taurina, ela afirma sempre ter sido mandona. A Gabi gostava de dirigir os teatros que fazia com os 10 primos. E também adorava bonecas como a Barbie, para poder criar modelitos style e fazer mil e um penteados. Linda, linda!

Esse craque aí em cima é o mini Daniel Cândido, jornalista da Multiplus. O Daniel disse que era bem levado, apaixonado por carro e futebol, gostava de bike, de vídeo-game e que, desde pequerrucho, sempre foi beeeem comunicativo. Foi pra área certa, Dani! Uma lindeza!

Ohhhhnnn gente! Essa coisa linda com chupeta e cabelos esvoaçantes é a jornalista Hélia Araújo, da Folha de São Paulo. Caçula de três e única mulher, a Hélia conta que era terrível e reza para que seus filhos não sejam tão encapetados quanto ela. Para se ter uma idéia, a Hélia tem três cicatrizes no queixo, trincou o braço duas vezes e já sofreu queimaduras de 3º grau por ter trombado com a mãe que segurava café quente. Fora as travessuras, a Hélia sempre foi um doce de menina, que gostava de fazer amizade com todo mundo. Adorava brincar de elefantinho colorido, taco, pega-pega, Barbie e tinha um cachorro de pelúcia com o qual dormiu até os 22 anos, quando este se desintegrou, enfim. Uma graça, né gente?

Essa coisa fofa aí em cima é o publicitário Danilo Chiaroti, do blog Naipes Flamejantes. Eu furtei a foto, então não sei qual era a brincadeira preferida dele. Mas vale pela belezinha de criança que ele era, né não?



E não poderia deixar de postar nessa Semana da Criança meus lindinhos papai e mamãe. Minha mãe Cida diz ter sido muito levada e perdeu as contas de quantas vezes ficou de castigo e quantas vezes teve que voltar ao castigo por aprontar durante o castigo. Ela gostava de brincar de boneca e de casinha, como quase todas as meninas. Meu pai Arteny foi arteiro ao cubo. Com 2 anos, pegou um ônibus sozinho e rodou a cidade, deixando minha avó desesperada. Sempre muito criativo, ele brincava de construir casas e túneis com
terra, tijolos e pneus no fundo do quintal. Os dois são filhos únicos [não tenho tia nem primos, sente o drama?] e ambos moraram na mesma rua, a dois quarteirões, em plena São Paulo e devem ter brincado muito na infância, mas não se recordam um do outro. Coisas do destino... Não eram fofos?


*Amiques, é isso aí! A-DO-REI fazer esses posts e dividir a história de amigos tão queridos. O Especial de Dia das Crianças fica por aqui mas ano que vem tem mais. Preparem suas fotenhas divertidas e simbora voltar naquele tempo bom em que nossa única preocupação era a nota da escola. Ou não, também.

Especial Dia das Crianças VII

{ quarta-feira, 13 de outubro de 2010 }

Que fofuxinha a fotógrafa Carol Alves de coqueirinho, gente! Ela diz que, em criança, adorava brincar com seus bebezões. "Sempre fui uma mãe ótima", diverte-se. Ela fazia de conta que as árvores eram sua casa, uma casa enorme, com vários andares. Chiquérrima! Apesar da vida tumultuada de uma dona-de-casa com uma mansão gigante, ainda sobrava tempo para brincar de pega-pega, pique-esconde e queimada. Na foto, ela está com seu irmão Léo.


Que gracinha o mini Raul Ramos, jornalista e dono do Café com Ribeirão, aqui no blog também! Pra provar que se trata da mesma pessoa, ele fez questão de mostrar que qualquer semelhança não é mera coincidência! O Raul gostava de brincar de Lego, futebol de botão, bonecos do Cavaleiros do Zodíaco, bater uma bolinha na rua, álbum de figurinhas e assistir Doug e Rá Tim Bum. E ele faz aniversário adivinha quando? No Dia das Crianças!



Que bebezinho gostoso esse aí de cima! É a Alexia Borges, minha amiga administradora que gostava mesmo era de brincar de bola de gude com os irmãos, além de brincadeiras nas ruas de Buritizal, como pique-pega, rato e gato e queimada. Deve ter sido uma criança suuuper tranquila, né não? Mas que era muito lindinha, isso era!



Ohnnn que coisa mais fofa a minha irmã Cristina, a Ti! Minha irmã foi levada até dizer chega mas, além das travessuras diárias com meus irmãos, gostava de brincar de casinha e de bonequinhas de papelão, aquelas que a gente recortava e vestia roupinhas. Lembra? Um cuti-cuti...



Meninas acima dos 25 anos, não eram o máximo essas bonequinhas de papelão?

Especial Dia das Crianças VI

{ terça-feira, 12 de outubro de 2010 }

E esse ruivinho digno de apertar muito a bochecha, alguém sabe quem é? É o estilista JP Trovó, um amigo querido e um arraso no que faz. Ele conta que, sua diversão favorita em infância era desenhar. Começou no papel, até que evoluiu para as paredes da casa, todas elas. A travessura virou profissão e hoje ele usa seus dons que desenvolveu nas paredes para criar carteiras lindíssimas para as mulheres mais antenadas.



Que bonitinha a Cris Paulino [ou Cris Pirulito], gentem! A Cris, estudante de Contabilidade e dona de um blog bem bacana, diz que, quando criança, adorava curtir suas bonecas em silêncio. "Era bem calma, hoje sou o oposto", brinca. Lindinha!



Quando a Paty Nogueira, minha amiga historiadora de longa data, me mandou essa foto, eu não acreditei! Ela é uma das pessoas que eu conheço que mais entende de música e pude perceber que a paixão é antiga. A Paty conta que adorava ouvir seus discos de vinil na vitrola, gostava de brincar de elástico e, junto com o irmão, planejava assaltos elaboradíssimos para surrupiarem na moita os bombons da mãe. Será que a Shirley sabia disso? Uma fofurinha, Paty!



Não é porque é meu irmão não, mas o Sérgio Komar, publicitário, era um cuti-cuti! O Sérgio sempre foi uma criança tranquila, mas virava o capeta quando se juntava na gangue dos meus outros irmãos, o Paulo e a Cristina e minha mãe, coitada, ganhou alguns cabelos brancos antes do 30 por conta da trupe. Sempre fanático por futebol [leia-se Parmera], ele gostava de brincar de jogo de botão e também de carrinhos. Ainda hoje tem essa paixão: coleciona times de futebol de mesa e miniatura de carros.



Meninos, babem! Essa é parte da coleção de carrinhos do Sérgio.


Essa delicinha aí em cima é a Denise Matos, da Revista Spot de Sertãozinho. A Denise tem uma história linda que faz questão que seja contada. Ela é filha de criação e é imensamente grata pela benção da adoção. A ligação com sua família é tão grande que ela conta ser parecida fisicamente com seus irmãos de coração. "Me considero uma pessoa de muita sorte. Tive uma família, uma base, estudos carinho e afeto, que é o mais importante". Quando pequena, já sabia que seria uma comunicadora. Sua brincadeira preferida era gravar suas entrevistas nas fitas K7 de músicas de sua mãe que, quando descobria, ficava de cabelo em pé. Show de bola, Dê!


*A brincadeira continua essa semana, gente! Ainda dá tempo! Mande sua foto pra liviakomar@yahoo.com.br

Especial Dia das Crianças IV

{ segunda-feira, 11 de outubro de 2010 }
Muitos pimpolhos por aqui hoje. E, antes de mais nada, gostaria de confessar algo a vocês:



Eu já fui casada!


Hahaha! Essa noivinha aí sou eu com uns 4 anos. Minha mãe jura que eu fui uma criança tranquila e que não deu trabalho algum. Sou caçula de quatro irmãos, aliás, muito raspa-do-tacho; vim quando minha irmã tinha 18 e os gêmeos 15. Entonces, imaginem o quanto não fui paparicada! Gostava de brincar de casinha e de boneca. Tinha uma copinha linda, geladeirinha, tábua de passar roupa, muitos filhos e filhas e obrigava o vizinho a ser meu marido. Gostava da minha Calói Cecizinha vermelha com cestinha e também de patins. Adorava gibis da Turma da Mônica, jogava Mico, Banco Imobiliário, Atari, colecionava Fofoletes [que ainda tenho] e pontas de lápis de cor. Fazia teatro, dançava e cantava, aprendi a ler sozinha, adorava Bambalalão e tinha um quarto decorado com meus bichinhos preferidos. Além disso, já pedi pros meus pais um abajur de presente de Natal, e ganhei! Excêntrica, desde os remotos tempos...

Aguns dos meus brinquedos especiais: fofoletes, boneca Cheirinho, que vinha com talquinho, o Ursinho Angeloso, que tinha asas, o cachorro Dengoso, o PiuPiu que piava de verdade e o jogo do Mico.



Criança de comercial de TV. Fala sério se não era uma modelo-mirim? Essa loirinha linda é a Chimenne Osório, jornalista da TV Clube e dona do blog Arruma a Tralha. A Chi mandou pra gente sua bonequinha preferida, a Magic Face - era só passar água gelada na carinha dela e a maquigem aparecia. Depois, para desaparecer, era só passar água morna [a gente podia ser assim também, né?]. Um charme, Chi!

A Magic Face da Chimenne


Que cuti-cuti essa caipirinha, gente! Parece uma bonequinha! É a Geórgia Rodrigues, da Texto e Cia, com 6 aninhos. Ela afirma que até hoje adora festas juninas e por isso escolheu essa foto para o brog. Na infância, adorava pogobol, pular elástico [gente, lembra?], Vai e Vem e bichinhos virtuais, que sempre morriam, coitados... Mas o que a Geórgia, ou Branca13 para os amigos, adorava mesmo, era ir pro sítio, nadar, pular na cachoeira, derrubar caixa de abelha e marimbondo com o estilingue, subir em árvores para apanhar frutas e outras dessas coisas bem serenas. E, quando o bicho pegava, ela catava sua Caloi Ceci cor-de-rosa aro 14 e fugia vicinal afora pra não apanhar de sua mãe. Uma tranquilidade de criança, não?


E adivinha o que o fotógrafo Enéias Barros, ou Netinho Enéias para a tchurma do Twitter, adorava [e ainda adora] fazer? Ele e seu violão maior do que ele estão o máximo da fofura nessa foto, né não, gentem?


E essa pequena fofuxa aqui é a Thamyres Branco, minha sobrinha. Quando falo "minha sobrinha", a impressão que dá é que, pelo parentesco, seria uma criança desse tamanho mesmo. Nananinanão! A Thamy fez 18 anos, se tornou uma menina linda e está no cursinho ralando pra ser dentista. Quando pequena, ela era terrível, daquelas de botar qualquer mãe psicóloga e adpeta da yoga e do Rivotril de cabelo em pé. Ela foi responsável, inclusive, por ter quebrado meu nariz com uma frigideira [sério! mas eu ainda a amo, ok?]. Apesar de levada, a Thamy sempre foi um docinho e adorava brincar de casinha e com seus Bananas de Pijama. Ohnnnn!

Banana de Pijama da Thamy

*Mande a foto de quando era pimpolho para liviakomar@yahoo.com.br. A brincadeira continua nesta semana da criança!

Especial Dia das Crianças III

{ domingo, 10 de outubro de 2010 }
Olha que coisinha mais linda a Mara Cabral quando era pequenininha! Na foto, ela está brincando com seu Manequinho, o primeiro boneco a vir com pipi de fábrica! Rá! Mas a Mara conta que seu brinquedo favorito era mesmo o Topo Gigio. A Mara é a caçula de sete irmãs e órfã de pai e, por isso, recebia carinho extra das mais velhas, sobretudo da primogênita. "Assim, não tive pai, mas duas mães". A jornalista, psicóloga e diretora do Teatro Municipal de RP é conhecida em casa como Lilly. Ah! E seu cabelo liso e preto de hoje em dia não é chapinha, não! Como vocês podem perceber, ela foi abençoada com madeixas perfeitas desde pequena, né, Mara?

O Topo Gigio da Mara.

Essa pequerrucha fofa é a Priscila Fogaça ou, simplesmente, Prispitila. A Pre fez pedagogia e dá aula para crianças em uma escola de Sertãozinho. Se tornou um mulher linda e uma figura muito divertida também! Adivinha qual era sua brincadeira preferida? Brincar de escolinha...


Ele relutou pra mandar a foto brincando com o fato de ter saído banguela, com camisa de político de esquerda num acampamento e poderiam achar que se tratava de uma campanha dos sem-terra. Uma figura esse cara aí de cima! É o Jean Vicente, repórter esportivo do Jornal A Cidade. Ele conta que, como a maioria dos moleques, adorava pipa, jogar bola e andar à cavalo e que teve uma infância bem divertida no sítio em que morava. Uma gracinha de menino, né não?



Essa bonequinha aí de cima é a Andressa Andrade. Ela estuda Direito, é mãe de um menininho fofo, uma delicadeza de menina e super frequentadora do Calma Eu tenho um Plano! A Andressa gostava de brincar de fazer comidinha e carregava um Fofão pra todo lado. Uma belezinha, né, gente?


Rezava a lenda que o boneco era from hell e tal. Mas eu sempre achei o Fofão uma graça. Taí o brinquedo preferido da Dessinha.


Essa fofuxinha é a Elisa Borges, amiga querida e mega talentosa. Em pequena, ela adorava cantar e jogar futebol. A dedicação às suas duas paixões na infância rendeu resultados maravilhosos: A Elisa hoje é cantora lírica do Teatro Municipal de São Paulo e também uma super artilheira em campo. Ah! Seu brinquedo preferido, ainda hoje, é a bola de futebol.

*Lindas as fotitas, né? Mande sua foto de quando era pimpolho para liviakomar@yahoo.com.br

Especial Dia das Crianças II

{ sábado, 9 de outubro de 2010 }

Essa índia loira, gata e pernuda aí de cima é a gestora de eventos e comunicadora Mayara Branco, minha sobrinha e membro da equipe Plano A. Uma super amiga e profissional que trabalha comigo na assessoria. Eu e a May sempre tivemos uma ligação muito forte mesmo ela tendo passado a infância e a adolescência no Mato Grosso. Mas hoje, graças a Deus, a gente compensa todos os dias esse asfatamento de quando éramos crianças - sim, porque sou uma tia jovem, só sete anos mais velha que ela, viu? A May sempre foi um doce de menina e adorava brincar de casinha e de boneca e, até hoje, guarda a sua preferida, na foto abaixo. Fala se não é um chuchuzinho?

Relíquia de infância da Mayara Branco

Olha que fo-fi-nho esse aí de cima, com sua motoca e uniforme do Chip´s, seriado norte-americano da época, em que John Baker e Poncherelo eram os ídolos dos meninos. O garotinho é o Eduardo Soares, jornalista e professor da Barão de Mauá, que conta que sempre adorou carros, motos, veletróis, caminhões ou qualquer coisa que o levasse para as viagens de seu mundo da criatividade. Arrasou na farda e no capacete, Du!

E a jornalista Dani Antunes, da Texto e Cia, prova com essa foto que sempre foi uma apaixonada pelo Chico Buarque. Ela é a primeira da foto, o jumentinho lindo da peça Saltimbancos. O cachorrinho e a gatinha da imagem são suas irmãs, Renata e Angélica. A Dani conta que fazer teatro e dança são as ótimas lembranças de sua infância em Santa Rosa do Viterbo. Uma fofura e, ainda por cima, talentosa, né, gente?

E essa caipirinha super estilosa é a Shirley Viana, atriz super talentosa aqui de Ribeirão Preto e uma graça de pessoa. Reparem na pose e concluam que, desde pequena, ela sempre levou jeito para as câmeras. Lindinha! A Shirley conta que desde pequena adora Festas Juninas e quando criança, gostava de brincar com sua Bankuka, uma cozinha que ela montava para brincar de fazer comidinha. Será que além de uma excelente atriz, a Shirley virou uma boa cozinheira também?





*Pessoal, tenho recebido muitas fotos e estou adorando saber da história de cada um! De verdade? Estou revivendo a época mágica de quando eu era criança.

Agradeço a todos que estão aderindo aos posts e gostando da brincadeira. Quer participar? Mande fotos para livikomar@yahoo.com.br

Em breve, mais pimpolhos por aqui. Aguardem!

Especial Dia das Crianças – I

{ sexta-feira, 8 de outubro de 2010 }

Em homenagem ao Dia das Crianças, durante essa semana, o Calma Eu Tenho Um Plano! será dedicado às crianças de ontem e de hoje e àquelas que cresceram, mas continuam crianças. E Viva a Infância! Muitas fofuras por aqui com seus brinquedos e brincadeiras preferidos! Babem!!!


Sempre um charme essa menina. Olha a pose! Essa coisinha fofa aí em cima é a jornalista Ludmila Osório, que desde pequena já mostrava que adorava os modelitos super gracinhas do verão. Lud gostava de brincar de maquiagem. Uma diva, desde cedo.


A jornalista Fabiana Marques [que bo-ni-ti-nha!] adorava brincar de Barbie. Inclusive, num post recente em seu blog, o Três Nortes, ela conta sobre isso. E hoje, coincidentemente, eu conheci pessoalmente essa amiga virtual de longa data. Aqui, toda garota de praia, ela arrasa no chapeuzinho e no bronzeado.



E esse aí em cima, no estilo James Dean, é o publicitário Angelo Comar, meu quase xará de sobrenome, junto com a também publicitária, Fabiana Gorayeb, ambos da A5 Comunicação. Ele disse que muitos brinquedos marcaram sua infância, entre eles He-man, Thundercats, Pogobol, Macaco Murffy, mas nenhum foi tão imprtante quanto o Lango Lango pois, segundo ele, usava os vários que tinha para lutar com os do irmão. "Era uma forma de bater nele sem ficar de castigo!". É isso aí, Ângelo, criatividade é tudo!



Lango-Lango do Ângelo



E aqui, a queridona Fabiana Gorayeb menorzinha, estilo country, cheia de charme. Fofinhaaaaaaaa! E seu passatempo preferido era brincar de Meloconton [Meu! Como foi bom fazer esse post! Nem me lembrava mais disso!]. Outro brinquedo que ela adorava, mas que hoje julga meio mortal, eram os ioiôs da Coca-cola, Fanta e Sprite. "Uma bela ação promocional até um monte de criança ficar machucada", diz a figura. Outro ícone da infância da Fabi, agora comestível, era o Push-Pop, pirulito que subia e descia e era impossível nao ficar melado com ele. Um item de higiene pessoal que ela adorava mas que na verdade não higienizava nada, era a pasta de dente Tandy: "Toda criança escova com os dedinhos, era maravilhosa e até se tornava comestível". E, pra finalizar, a Fabi confessa que até hoje faz coleção das surpresinhas do Kinder Ovo.




Surpresinhas Kinder Ovo, Melocoton e Push Pop. Alguém se lembra?



E essa coisa fofa aí em cima, alguém sabe quem é? Hein?

É a publicitária Chris Carolo, amiga recente de Twitter e que já ganhou minha admiração pelas sacadas inteligentes e criatividade! O brinquedo preferido dela era o Feijãozinho da Estrela. Que realmente era uma gracinha!

Feijãozinho cor-de-rosa da Chris


*Agradeço MUITO a todos que estão participando. Se você também quer fazer parte dessa brincadeira, mande sua foto para liviakomar@yahoo.com.br
Em breve, mais uma tchurma bacana estará por aqui. Du Soares, Mayara Branco, Mara Cabral, Prispitila e Dani Antunes já enviaram suas fotos. Aguardem!