O Calma! estará hoje no Programa Holofote

{ quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011 }
O Calma, eu tenho um Plano! tá ficando chique e hoje, quinta-feira, será tema do Programa Holofote no canal 20, ao meio-dia. Vamos falar ao vivo sobre os baphos, gafes e situações cotidianas tratadas no brog, além do ensaio On The Road que fiz com a Fabíola Medeiros.
E preparem-se: haverá sorteio no ar de dois books bacanões feitos pela fotógrafa diva.

Vamos lá, tchurma, quero ver todo mundo com a TV ligada na hora do rango!

Corujão

{ segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 }
Então que meu metabolismo é completamente surtado. Sempre fui morcega, mas, ultimamente, minha insônia me faz sentir como se eu tivesse tomado uma caixa de enérgico com arrebite de caminhoneiro na madrugada e uns cinco Rivotris com Maracujina durante o dia.
Gostaria de saber quem estabeleceu esse maldito horário comercial, porque eu rendo mil vezes melhor após às 18 horas, quando pessoas normais já estão confortavelmente sentadas numa cadeira de prástico, num boteco qualquer tomando Cristal quente com rabo de galo.
Hoje, por exemplo, dormi malditas três horas e minhas olheiras davam inveja pro Francisco Cuoco. Não cochilei nem um segundo, nem mesmo aquela sesta gostosa após o almoço e agora, tardão e de volta da última reunião do dia, estou ligada no 220v e pronta pra montar um informativo inteiro.
Acordar cedo sempre foi um tormento e por uma obrigação que só os desafortunados de herança conhecem, tenho que dar meus pulos e levantar próximo ao horário que todos já estão no batente. Mas honestamente, hoje não me sinto mais culpada por funcionar realmente depois do cafezinho do almoço. Enquanto você aí tá lendo esse blog e esperando começar o BBB, cá estou eu, escrevendo essa porcaria e esquentando o teclado para o próximo release.

Como diria Seu Madruga, “Puxa, repuxa, recontrapuxa!”.

A história do band-aid

{ quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011 }
Sabe o que pode ser pior do que ter que ouvir ‘Derrama Senhor’ nas festas de aniversário? Se deparar com um maldito band-aid boiando no marshmallow do bolo quando as luzes se acendem. Há 20 anos vivo com essa imagem me atormentando. Não, a festa não era minha. O band-aid é que era.
Tinha acabado de tirar uma verruguinha do dedo e minha mãe me tacou um band-aid para eu ir ao aniversário da minha melhor amiguinha. Vamos combinar que não há cola de cuspe que aguente o ritmo de uma criança possuída por Cosme ou Damião e na hora dos parabéns, bate-palma daqui, bate-palma de lá, o troço voou do meu indicador sem que eu percebesse.
Ao acender as luzes, malaca que sou, percebi antes de todos que seria necessário esconder as mãozinhas e fazer cara de surpresa em coro com a indignação dos convidados, que presenciaram aquele curativo cheio de Rifocina incrustado no creme e tingindo o chantilly de amarelo. Segurei a gargalhada e acho que me saí bem da história, mas o trauma ficou e não tem volta.
Pra se ter uma idéia, tudo veio a tona hoje cedo quando me deparei com a atendente da padaria exibindo um nada confiável curativo no dedão e confesso, não pude evitar: conferi para ter a certeza de que meus filõezinhos não vieram premiados.

É grave, doutor?

Imagem: Fabíola Medeiros

Love Street...

{ quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011 }


Queria o Jim cantando Love Street pra mim. Apenas isso.

Babe let´s cruise...

{ segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011 }
Agora é oficial: estou quase surtando de ansiedade por conta do cruzeiro que farei pela costa brasileira a bordo do Mariner of the Seas, o navio dos meus sonhos. Só sei dizer que estou com a cabeça a mil, já curtindo antecipadamente todos os detalhes das férias. Embarco em menos de 15 dias pra essa viagem rodeada de mar por todos os lados – e se passar Titanic na TV, mudem de canal, please.

Musiquinha de férias pra entrar no clima:

A Culpa é de Quem?

{ sábado, 12 de fevereiro de 2011 }
Penso que num relacionamento, quando nos decepcionamos, parte da culpa também pode ser nossa. De repente, a pessoa recebe uma carga tão grande de expectativas que se ela fugir do parâmetro piegas da comedinha romântica, é frustração na certa.
Outra coisa importante é sobre os erros cometidos em conjunto e quem nunca foi cúmplice de algo assim, que atire a primeira sopa de legumes na cabeça do namorado* [ops, só eu já fiz isso?].
Se a autoconfiança do sujeito é baixa a ponto de ter ciúmes dos seus amigos e você se afasta deles para agradá-lo, está só alimentando a insegurança que, em breve, vai se estender praquele short que você queria usar num calor de 40 graus. E, quando menos esperar, estará vestindo calça de moletom com camisa xadrez.
Se a menina é carente a ponto de não querer te deixar livre às quartas-feiras do seu tradicional futebol com os amigos e você troca seu hobby de dez anos para assistir a novela sebosa do Manoel Carlos juntinho dela, você está só alimentando uma insatisfação que virá à tona na primeira explosão.
Se o cara te agride ou te ofende uma única vez e você não toma uma atitude drástica com a esperança de que ele irá mudar, estará alimentando agressões que se tornarão cada vez maiores e mais perigosas ao longo da intimidade.
Se você sente que o figura está te enrolando, provavelmente, ele está. Se você acha que a menina vai te manipular e você aceita calado, assuma as conseqüências e vire um banana feliz. Se mesmo após algumas tentativas e DR´s intermináveis, o cara não te tratar do jeito que você supõe que mereça, ou reveja seus conceitos de merecimento, ou parta para outra. Ninguém muda. E finalmente, mais valem lindas ações do que blábláblás melosos e pouco sinceros.
De repente, um “não” sonoro no começo do namoro consegue delimitar quem você é e do que você realmente gosta e não gosta, mesmo numa fase de florzinhas e borboletas míopes e azuis em que o “sim” impera em qualquer circunstância, porque você não quer decepcionar por estar amando loucamente e tontamente. De repente também, um amor sem as promessas convencionais dos contos de fada é o que combinará melhor com suas pretensões.
Falar é fácil, eu sei. Quando o coração dispara e a barriga gela ao ver aquela certa pessoa, corre-se o risco da razão escoar pelo ralo incerto da idiotice. O que importa é que é fundamental sabermos olhar para o próprio umbigo, pois, como diz a máxima, quando apontamos um dedo para alguém, outros três estarão apontados automaticamente para nós mesmos.

*Aviso aos navegantes: eu tinha 15 anos, era razoavelmente imatura e estava de TPM. Não repitam isso em casa.



Foto: Fabíola Medeiros

On the Road

{ segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011 }
Domingo, sol forte e o calor habitual de Ribeirão Preto. Dia perfeito pra botar o pé na estrada. E quem me conhece, sabe que esse é um dos meus programas favoritos. O bacana é que conversando com a Fabíola Medeiros, fotógrafa deste ensaio, descobri que ela também adora viajar.
A liberdade que a estrada nos proporciona foi o ponto de partida de um trabalho que amei fazer junto com essa super profissional. E nada melhor do que esse cenário pra ilustrar nossa paixão pelo asfalto. E também, para unir o útil ao agradável num domingão lindo e convidativo para fazer as malas e desvendar novos rumos. Até o sol se por...

Enjoy!





























E atenção queridos e queridas, em breve, muitas novidades neste Calma!

Photoshop

{ sábado, 5 de fevereiro de 2011 }
É tão simples consertar uma verruga peluda, uma espinha que surgiu às vésperas daquela festa de casamento e até uma banha a mais pulando do jeans apertado. Se tudo fosse tão prático como as ferramentas do Photoshop!
Aí você abre aquele baú com fotos antigas e percebe o número incontável de pessoas que passaram por sua vida. E todas elas deixaram sua marca, de uma forma ou de outra. Todas, impossíveis de apagar, assim como um pé-de-galinha no mundo real.
Amigos queridos. Amigos que pisaram na bola. Amigos que você pisou na bola. Colegas em várias fases da vida. Ex-namorados, uns com boas lembranças, outros, nem tanto. Ex-amores platônicos. Parentes amados que já se foram. Família. Um novo amor.
Se as nossas sensações se transferissem para o papel fotográfico, muitos estariam rabiscados, apagados, suprimidos de nossa memória como se nunca tivessem que ter passado em nossas vidas. Alguns mereceriam apenas uns bigodinhos e os dentes da frente pintados de preto.
Outros, por sua vez, temos vontade que saltem daquela bidimensionalidade para estarem ao nosso lado naquele momento, fazendo um cafuné gostoso e dizendo coisas boas de se escutar. Em outros casos, te dando uma bronca sem fundamento por andar descalça menstruada. A repreensão que você nunca mais ouviu.

Se a vida tivesse Photoshop, tudo seria mais fácil. Um CTRL+Z resolveria muita coisa.