Ex

{ terça-feira, 17 de janeiro de 2012 }
Então que a medicina estabeleceu em nota que a palavra ‘ex’ é a causa de grande parte da esofagite do mundo. Isso acontece porque cada vez que você pensa que aquele ser que você venera já viveu bons momentos com outra pessoa, uma pontada atinge em cheio a boca do seu estômago, praticamente antevendo uma úlcera nervosa.
Parece bobagem, mas na maioria dos casos, a comunidade médica indica o confronto com a realidade. Gastros, Psicólogos, Psiquiatras e Psicopatas garantem que a melhor forma de curar o mal da(o) ex é trombar no presente (mais-que-perfeito) com o exu que ficou lá no pretérito (imperfeito, óbvio).
Cientistas afirmam que com doses de autoestima ministradas regularmente, a moléstia gravíssima que antes tinha sete cabeças, oito olhos e várias bocas beijoqueiras e mãos insuportavelmente acariciadoras, costuma se transformar em algo insignificante, como, no máximo, algo semelhante a uma alergia a felinos.
A pesquisa está amparada em diversas teorias, entre elas a Lei de Darwin, que demonstra que estamos no mundo para evoluir e que os bons conseguem pegar os melhores pedaços do filet mignon ao molho madeira com o maior número de champignons.
E a comunidade científica ainda completa: Omeprazol ou antiácido estão dispensados. Os erros e acertos daquela criatura, vulgo ex, que está ali, desconfortável com a realidade do confronto casual, serviram para trazer melhorado, próximo à perfeição que o amor presenteia, o que hoje é todo seu. E com o(a) ex e seu novo affair, deverá acontecer o mesmo. E por aí vai, sem tanta necessidade de magnésias bisuradas.

Cheers!

2 palpites:

Luiza Pellicani disse...

uiaaaaaaaaa!

Shirley disse...

Adorei Lívia, muito bom, mas preciso confessar, já passei por uma situação que a ex infernizou tanto que nem com muita magnésia fluía viu, hahahaha, bjocas,

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